sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Estudo de Caso – Estimando cenários de PIB e critérios de taxa de desconto para aquisição de empresa

Vamos supor que sua empresa recebeu uma oferta para adquirir uma companhia petrolífera em Angola. Como responsável pela área de novos negócios, você deverá valorar esta oportunidade, sabendo que o início da operação é 2017 e que sua empresa nunca operou no setor de óleo e gás.

Seu diretor está muito ansioso e quer ver em dois dias a projeção de crescimento do país para os próximos 20 anos e qual taxa de desconto deverá ser utilizada.
Neste momento você só tem informações de alguns países da África e dos países emergentes como um todo. E agora?
O ponto de partida inicial é ter um mapa mental do que precisa ser feito:
- Tentar negociar um prazo maior;
- Identificar quais informações estão disponíveis que podem ser usadas como referência;
- Pesquisar notícias e relatórios disponíveis gratuitos;
- Contatar alguém que tenha essas informações e possa disponibilizá-las;
- Resumir de forma organizada todas essas informações.
Assim, você consegue consolidar as informações necessárias:
§  A taxa de crescimento real média de Angola de 2005-2011 foi aproximadamente 10%; Em 2012 a previsão é de 10,8%;
§  De 2013 a 2016 o crescimento médio do PIB de Angola é 11,5%;
§  O crescimento médio do PIB dos países emergentes de 2012 a 2016 é 5,5% e 5,6% de 2017 em diante (longo prazo);
§  Moçambique será usada como proxy (uma aproximação/ referência), pois existem informações disponíveis de curto, médio e longo prazo;
§  Moçambique tem um crescimento médio (GDP) de 7,2% de 2013 a 2016 e 6,0% de 2017 em diante (longo prazo);

Como Angola tem um crescimento médio (GDP) de 11,5% nos próximos 5 anos, você pode considerar cerca de 9,4% de 2017 em diante (longo prazo). Isso corresponde a aproximadamente 80% do crescimento dos 5 anos iniciais, como em Moçambique. Esse seria o caso base.

Em função das incertezas, você pode analisar também um cenário otimista, com 11,5% de crescimento contínuo (igual ao crescimento de 2012-2016) e um caso pessimista, com 6,0%.(pouco maior que o crescimento de longo prazo dos países emergentes e em desenvolvimento).

Em relação à taxa de desconto, você deveria considerar uma taxa formada por 3 partes com pesos iguais:
a) custo de capital (WACC) da sua empresa;
b) taxa de risco do país Angola;
c) taxa de risco do negócio (petróleo).

Graficamente seu trabalho seria representado da seguinte forma:





Um abraço,
Erik Alves

REFERÊNCIA:
Notícias relacionadas à economia de Angola:
<http://www.opais.net/pt/opais/?det=23378>  Acessado em 01 de Agosto de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

Calculando o valor da sua participação na empresa

Um leitor do blog fez a seguinte pergunta para mim: "gostaria de saber sobre como calcular o valor da minha participação na empresa".

O que considero importante você saber é o seguinte:

A participação do dono do negócio está relacionada ao capital próprio (Equity) da empresa. O primeiro passo para definir quanto deve ser sua participação na empresa é definir se vão haver outros sócios e quanto vai ser a parte de cada um.

Feito isso, o valor da sua participação vai ser o % em relação ao Equity. Exemplo.:

Os fluxos de caixa futuro de sua empresa indicam um valor de R$ 200 Mil e você é o sócio majoritário, com 60% do capital próprio. O valor de sua participação é R$ 120 Mil (R$ 200 mil x 60%).

Um abraço,
Erik Alves

REFERÊNCIA:

Ross, A., Westerfield, Randolph W., Jordan, Bradford D.. Princípios de Administração Financeira. Ed. Atlas, 2ª Edição. São Paulo. 2000. 523 p.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Networking na Avaliação de Projetos e Negócios

O Networking é, por definição, o ato de manter relações sociais com o objetivo de proporcionar vantagens para quem o pratica de forma sistemática.

O conhecimento técnico é indispensável em muitas atividades, mas as relações pessoais desempenham um papel também importante. Em relação à avaliação de projetos e negócios, o networking exercido de forma correta e com bom senso traz uma série de benefícios:

- entregar um trabalho de melhor qualidade, pela maior empatia e conhecimento do cliente; 

- aumentar a motivação e comprometimento da equipe responsável pela avaliação; 

- envolver de forma mais intensa todos os envolvidos (stakeholders) com a avaliação; 

- ser indicado para participar de algum trabalho;

- ser contatado para indicar especialista em determinado assunto;

- conseguir informações de pouca divulgação, de forma legal e idônea;

- obter relatórios, análises e informações de concorrentes, de forma legal e idônea;

- discutir com outros especialistas as premissas e resultados das avaliações;

- compartilhar informações com outras pessoas da sua rede de contatos;

- contribuir com a melhoria de processos e atividades;

- etc.

Para melhorar o seu networking na área de análise de investimentos e avaliações de projetos e negócios, sugiro você participar de MBAs, cursos de curta duração, palestras, entrar e contribuir ativamente nos diversos  grupos de discussão na internet dos assuntos de seu interesse, acessar regularmente e fazer comentários em blogs específicos, participar de redes sociais profissionais, entre  outros.

Reforço novamente que o fundamental é dominar o conhecimento necessário para entregar resultados de ótima qualidade e no prazo adequado, mas que o networking pode contribuir para melhorar mais ainda essas entregas.
Nos seus últimos trabalhos, você teve alguma dificuldade em obter informações, envolver as pessoas e entender o que o cliente realmente queria?
Faça sua auto-avaliação de como o seu networking (ou a falta dele) está afetando esses resultados. 

Um abraço,
Erik Alves

REFERÊNCIAS:
Referências de networking baseadas no texto completo disponível em < http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/3-regras-de-ouro-para-um-bom-networking/57360/> Acessado em 24 de Jul de 2012.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Notícias do dia-a dia ajudam na avaliação (custos)

Hoje vou comentar como podemos extrair informações úteis e importantes a partir de notícias do dia-a-dia, tanto para quem avalia um projeto ou para quem vai usar esse resultado para tomar uma decisão.

Lucro da Posco cai no trimestre, apesar de corte agressivo nos custos 

A sul-coreana Posco, terceira maior siderúrgica da Ásia, registrou lucro líquido consolidado 66% menor no segundo trimestre, apesar de ter cortado custos de maneira agressiva. A iniciativa foi tomada diante do acentuado aumento nos preços de matérias-primas em relação a igual período do ano passado e da demanda desaquecida, que resultou em queda dos preços de produtos siderúrgicos”.

Durante a avaliação de um projeto ou negócio é importante estar atento aos acontecimentos da empresa que você está avaliando e também no setor que ela atua e na economia como um todo.

 Isso vai lhe ajudar muito a fazer as projeções de custos e outros itens de forma mais realista, principalmente porque as estimativas futuras vão se basear de alguma forma nas informações atuais.

Caso você não seja o responsável por essas projeções, mas vai apenas incluí-las no seu fluxo de caixa, estar acompanhando os acontecimentos e como isso pode repercutir no futuro vai ser importante também na análise e crítica dessas informações, garantindo uma avaliação mais realista.

A Posco é uma das maiores siderúrgicas do mundo e os custos desempenham um papel fundamental nesse setor, principalmente devido ao crescente aumento do preço do minério de ferro e de outros insumos nos últimos anos

O que se observa é que embora a receita de vendas seja o principal fator de impacto no valor de uma empresa, é fundamental que os custos estejam controlados e num nível que permita a empresa operar com EBITDA (geração de caixa, expressa pelos lucros antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) positivo mesmo em cenários de crise.

Em uma avaliação de um projeto siderúrgico de determinada empresa podem surgir diversas dúvidas em relação ao custo para elaboração do fluxo de caixa:

- Esse corte agressivo de custos é sustentável por muito tempo?
- Mesmo com todo esforço operacional, melhorias de produtividade e cortes nas áreas administrativas, os custos conseguem se estabilizar no longo prazo?
- Há alguma nova tecnologia que vai permitir alterar o comportamento dos custos e mudar seu patamar?

Sempre que possível leia notícias, relatórios das empresas e dos setores que você avalia, comentários sobre economia, etc.

Dessa forma, quando surgir a necessidade de avaliar algum projeto ou negócio, você estará mais preparado para gerar um melhor resultado e também para criticar e entendê-lo melhor, se você for o cliente dessa informação. 

Um abraço,
Erik Alves


REFERÊNCIAS:           

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Petrobrás avalia 147 projetos do seu plano de negócios

Hoje venho comentar alguns pontos de uma notícia divulgada na imprensa no final de junho de 2012: 

“A Petrobras colocou 147 projetos em avaliação no seu novo plano de negócios para o período 2012-2016, informou nesta segunda-feira (25) a presidente da estatal, Graça Foster, durante a apresentação do plano a analistas de mercados, investidores e jornalistas.

A estatal decidiu colocar uma série de projetos do seu plano de negócios em avaliação e somente serão aprovados os que tiverem retorno financeiro, competirem e ganharem de outros projetos em carteira, e que tenham financiamentos adequados.

Ao todo, o novo plano contém 980 projetos, que somam investimentos de US$ 236,5 bilhões no período.

Segundo Foster, estão em avaliação projetos da ordem de US$ 27,8 bilhões, principalmente na área de refino, que estudará projetos que totalizam US$ 13,9 bilhões.

A área de exploração e produção internacional também teve projetos colocados em avaliação, cerca de US$ 4,6 bilhões, ou 17% do total que está sendo avaliado. A área de biocombustíveis e logística teve US$ 1,9 bilhão colocado em estudos, ou 7% dos projetos.”

A Petrobrás está entre as maiores empresas do Brasil, sendo a quinta maior empresa de energia do mundo. Por isso, precisa de um pipeline de projetos robusto com investimentos elevados para suportar seu plano de crescimento.

A questão é que a Petrobrás tem um orçamento que pode não ser suficiente para implantar todos estes projetos, como a maior parte das empresas. Dessa forma ela decidiu avaliar investimentos da ordem de US$ 28 Milhões, do total de US$ 236,5 Milhões:

a)    Primeiramente, deve ser feito uma avaliação econômica (considerando que os projetos são viáveis tecnicamente), verificando se eles apresentam retorno financeiro, ou seja, se vão gerar dinheiro, normalmente expresso através do VPL;
b)    O segundo passo é fazer um ranking entre os projetos e selecioná-los;
c)    Como não há verba de capital suficiente para todos os projetos, parte deve ser obtida através de recursos de terceiros e somente os projetos com financiamentos adequados serão escolhidos. Este passo trata da viabilidade financeira, discutida no blog do dia 22/julho/2012 (Seu Projeto é Viável?);
d)    O resultado destas avaliações e suas análises certamente serão levados ao conselho de administração da empresa para decisão de quais projetos realmente farão parte da carteira da Petrobrás.  

Esse tipo de seleção é saudável e deve ser feita sempre pelas empresas, pois os cenários econômicos podem mudar e em caso de tempo de vacas magras, somente os projetos que agregarem mais valor serão desenvolvidos e implantados.


Um abraço,
Erik Alves



REFERÊNCIAS:           

Notícia completa disponível em < http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1268777 > Acessado em 23 de Jul de 2012.

Seu projeto é viável?


Quando se fala que um projeto é viável, o primeiro pensamento é que ele gera algum “lucro”.  Mas isso é suficiente? Esse é o primeiro ponto a ser observado?


Para projetos de maneira geral, como por exemplo a implantação de uma siderúrgica, a construção de uma subestação e linhas de transmissão ou o desenvolvimento de um novo smartphone, podemos elencar uma sequência a ser verificada: 

a)      O projeto atende aos requisitos técnicos exigidos e às necessidades do mercado? Ele é viável tecnicamente?; 

b)      O projeto apresenta os ganhos maiores que os desembolsos envolvidos, ou seja, ele apresenta algum “lucro”? Ele é viável economicamente? Note que o termo “lucro” pode se referir a diversos indicadores, sendo o mais comum o VPL; 

c)       Existe capital para implantar o empreendimento? Ele é viável financeiramente? A viabilidade financeira está relacionada com a existência de capital para implementar o projeto. Dependendo do setor, os investimentos podem ser bastante elevados, sendo necessário aplicar grandes volumes de capital ou captar recursos externos para implantar estes projetos. O acionista ou outro investidor só vai aplicar estes recursos se houver um retorno que supere suas expectativas, ou seja, se houver viabilidade econômica; 

d)      Há fatores sociais, políticos, de meio-ambiente ou outros, que podem dificultar ou interromper a implantação do projeto? Essa etapa contempla itens não mensurados quantitativamente e pode ser chamada de viabilidade imponderável.

Como podemos observar, há uma lógica a ser seguida durante cada estágio do desenvolvimento do projeto até sua aprovação para implantação. O diagrama abaixo ilustra esse passo-a-passo:


O importante é analisar em cada etapa de evolução do projeto se existe algum fator que o inviabilize, seja tecnicamente, economicamente, financeiramente ou nos âmbitos social, político e ambiental, principalmente.



Um abraço,
Erik Alves


REFERÊNCIAS:
1. Apostila Curso de Viabilidade de Projetos de Mineração. IETEC, 2002. Belo Horizonte. 124 p.
2. Projetos de Investimento: construção e avaliação do fluxo de caixa. Lapponi, Juan. Lapponi Editora, 2000. São Paulo. 376 p.

domingo, 22 de julho de 2012

A importância de se conhecer o motivo da avaliação

Você é o responsável pela área de avaliações de sua empresa. O diretor lhe chama em sua sala para saber o valor das operações atuais e projetos futuros da companhia em determinada região do país, com todas as premissas atualizadas. 

Se ele não fala o motivo deste pedido ou você não pergunta, o resultado da avaliação pode ser diferente e implicar em uma decisão que gere perdas para a empresa.  

Normalmente, você vai orientar seus analistas de negócios a atualizar todos os volumes de vendas, preços, custos, investimentos, realizar projeções, mesmo com perdas etc., de forma a refletir o VPL (ou outro indicador) mais realista possível. 

Entretanto, se o diretor solicitou essa valoração para   saber por qual valor deve oferecer estas operações e projetos futuros para um investidor, certamente esta avaliação indicará um valor maior. Neste caso, você vai considerar diversos upsides (ganhos) como, por exemplo: probabilidade  do aumento do número de clientes futuros, novas tecnologias que reduzam custos, obtenção de benefícios fiscais ou acordos com o governo, entre outros itens. 

 De maneira equivalente, se você tiver que entregar uma análise econômica sobre uma empresa concorrente com o intuito de adquiri-la, você provavelmente vai fazer duas valorações:

a)      Uma avaliação considerando exatamente as informações mais atualizadas fornecidas pelo data room do ofertante (“visão do ofertante”), sem refletir ainda os pontos que você não acredita;

b)      Outra avaliação do ponto de vista da sua empresa, bem mais crítica, com riscos de implantação, riscos sócio-político-ambientais e fatores de risco, que devem gerar um valor menor que a “visão do ofertante”. Afinal, você não vai fazer uma oferta sem ter certeza de todos os pontos frágeis estarem refletidos na valoração. 

Lógico que existem situações confidenciais e sigilosas que não podem ser divulgadas para os envolvidos na valoração, mas o importante é que todas as premissas da situação envolvida estejam incorporadas no resultado. 

Um abraço,
Erik Alves

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O que uma avaliação deve contemplar

Avaliar significa determinar o valor de algo.  Embora a parte mais importante e que vai servir de base para tomada de decisão é a quantitativa, é fundamental que seja feita uma análise criteriosa dos fatores qualitativos que podem afetar o projeto ou negócio. Em algumas situações, o projeto apresenta um valor favorável, mas há fatores políticos, sociais e ambientais que o inviabilizam.

A avaliação de um projeto ou negócio visa indicar qual é o resultado a ser gerado (valor) e se ele é viável para as partes interessadas, podendo ser chamado também de valoração, valuation, avaliação econômica e análise de investimentos, entre outros. Ela deve englobar uma série de etapas:
- Entender o motivo da avaliação, ou seja, por que é necessário determinar o valor daquele projeto;
- Identificar quem é o principal cliente do resultado da avaliação: você mesmo (um negócio próprio), seu chefe, o diretor da empresa, outro sócio, o governo, etc.;
- Conhecer o contexto da avaliação: o investimento para aquele projeto tem que ser feito logo ou pode ser adiado?;
- Identificar todas as interfaces relacionadas ao projeto: área comercial, engenharia, operação, manutenção, etc. ;
- Definir um processo mental de todas as fases do projeto, de sua implantação e operação até a entrega do produto/ serviço ao cliente: isso facilita muito identificar todos os custos e ganhos associados ao projeto;
- Fazer a avaliação propriamente dita, determinando qual o valor vai ser gerado;
- Analisar os fatores qualitativos (sociais, políticos, ambientais, mão-de-obra, etc.) que podem inviabilizar o negócio.

Estas etapas não são rígidas e não procuram ser exaustivas, pois podem ser necessários outros pontos de atenção em determinadas situações. Cada caso é um caso. Elas servem de um guia geral quando você for fazer uma avaliação e também para você que vai receber esse resultado.

 Alguns desses passos estão sendo seguidos nas avaliações que você está fazendo ou recebendo para tomar uma decisão?

Um abraço,
Erik Alves

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O início

Este artigo marca o início deste blog, cujo objetivo é divulgar e compartilhar informações relacionadas à avaliação de projetos e negócios em diversos contextos:
  • Abertura ou expansão de seu próprio negócio;
  • Implantação de um novo projeto ou expansão na empresa que você trabalha;
  • Sinergias com outras empresas;
  • Contratação de serviços para sua empresa;
  • Aquisição de equipamentos para sua empresa;
  • Escolhas (Trade-offs) de sua vida pessoal: comprar ou alugar um imóvel?, quanto devo aplicar mensalmente para obter detrminada renda no futuro?, etc.; 
  • Escolhas (Trade-offs) em seu próprio negócio (atual ou futuro): quanto vale minha participação na minha empresa?, qual o valor hoje da minha empresa?, quanto deve ser o custo mínimo de cada item para eu começar a ganhar dinheiro?, etc.;
  • Escolhas (Trade-offs) em sua empresa: comprar ou alugar aqueles equipamentos?, vale a pena investir $$ para recuperar determinar área ?, quais as variávies de maior impacto em determinado projeto?, etc.;
  • Conceitos de avaliação de projetos e negócios;
  • Notícias relacionadas;
  • Etc.
Avaliar um projeto e/ou negócio trata tanto de aspectos qualitativos (SWOT, Matriz de Riscos, etc.,) como aspectos quantitativos (VPL, Taxa Interna de Retorno, Payback, etc.), que estão presentes em nossas vidas o tempo inteiro, seja no âmbito pessoal e/ou profissional.

Conhecer os principais conceitos de avaliação de projetos e negócios e sua aplicação no mundo real possibilita verificar, se de fato, vale a pena investirmos tempo e dinheiro em determinada empreitada ou se é o momento de redirecionar o foco.

Sejam bem-vindos ao meu blog e espero-os nos próximos artigos.

Um abraço,
Erik Alves